”Tem sido um incômodo enorme a presença desordenada de vendedores ambulantes na Rua Direta do Curuzu, durante as festas ou seja, eventos realizados na sede do Bloco afro Ilê Aiyê. Caixas de isopor e barracas de bebidas obstruem o acesso as nossas residências e a circulação de veículos fica impossível no local. A Sesp, há mais de dois meses, tem conhecimento da situação e nada tem feito. Prefeito João Henrique, como gestor da cidade, tem a obrigação de assegurar aos moradores da Rua do Curuzu o sagrado direito constitucional”, afirma o leitor.
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